Informativo

Seu plano coletivo é, na prática, de uma só família?

Contratos vendidos como empresariais que cobrem apenas uma família costumam sofrer reajustes de 20% a 50%, bem acima do teto da ANS. Entenda por que isso acontece e veja, em uma simulação ilustrativa, a diferença no seu caso.

Você abriu uma empresa só para ter o plano, e agora ele está impagável.

Talvez tenham dito que era a forma mais barata de cobrir a família. No começo, fez sentido. Depois vieram os reajustes anuais muito acima da inflação, ano após ano, com a sensação de que não há saída a não ser pagar ou perder o plano.

Essa situação tem nome técnico e tem sido discutida nos tribunais.

Mão segurando boletos de mensalidade do plano de saúde.

Como funciona o “falso coletivo”

Em quatro passos, a lógica que transforma o plano da sua família em um contrato sem teto de reajuste.

O plano é classificado como coletivo

Em muitos casos a partir de uma empresa aberta apenas para contratar o plano. Com isso, o contrato fica fora do teto de reajuste que a ANS impõe aos planos individuais.

O reajuste passa a ser por sinistralidade

O aumento deixa de seguir um teto e passa a comparar o que o grupo paga com o que ele gasta em saúde.

O grupo, na verdade, é uma família

Em três ou quatro vidas, uma única internação distorce todo o cálculo. O risco se comporta como o de um plano familiar.

Chegam os reajustes de 20% a 50%

O contrato com aparência de empresarial é cobrado como se fosse de grande grupo, e a mensalidade vira um peso.

Uma família é registrada sob um CNPJ e classificada como plano coletivo empresarial, ficando fora do teto de reajuste da ANS.
Simulação

Quanto o reajuste pode ter pesado a mais?

Uma simulação ilustrativa da diferença entre o reajuste do seu plano e o teto da ANS. O cálculo é feito no seu navegador.

R$
0,0%
0%50%
Quando você aderiu ao plano?
Quem está no plano?

Informe a idade de cada pessoa na época da adesão. Ajuda a estimar o quanto do aumento veio de mudança de faixa etária.

O que os tribunais têm reconhecido

A discussão sobre o falso coletivo não é nova. Alguns dos entendimentos que orientam a análise técnica:

Conteúdo informativo. Cada caso depende da análise do contrato e de decisão judicial. Nenhum resultado é prometido ou assegurado.

Como funciona

Um processo consultivo, em etapas claras.

Análise do contrato

Você envia seu contrato e os boletos. A leitura técnica é gratuita.

Avaliação técnica

Avaliamos se há indícios de falso coletivo e quais elementos os tribunais costumam analisar.

Caminho processual possível

Se for o caso, explicamos o que é possível pleitear, sem prometer resultado.

Acompanhamento

Você acompanha os marcos do seu caso por um portal próprio, em linguagem clara.

O que dizem nossos clientes

Relatos sobre a experiência de atendimento e a clareza da orientação recebida.

[DEPOIMENTO REAL: foco na clareza do atendimento]
[Nome]cliente, [Cidade]
[DEPOIMENTO REAL: foco em ter entendido seus direitos]
[Nome]cliente, [Cidade]
[DEPOIMENTO REAL: foco na transparência do processo]
[Nome]cliente, [Cidade]

Depoimentos de clientes, divulgados com autorização, em conformidade com o Provimento 205/2021 da OAB.

Advogados responsáveis pelo atendimento, em ambiente de escritório.

Vale uma análise do seu contrato

A leitura técnica é gratuita e ajuda a entender se o seu caso reúne os elementos que os tribunais analisam.